Paula Beatriz Ribeiro

Opinativa e crítica de tudo e de nada, às vezes dou por mim a responder a perguntas que não me são dirigidas.

Claro está que uma hora depois estou prontamente a atacar uma pobre alma questionando se alguém lhe tinha pedido uma opinião após inocentemente se intrometer na minha conversa. Sou quezilenta, mas consciente e em rota de mudança.

Instintivamente sinto necessidade de proteger os outros, sendo ou não especialista na causa.

Todos os anos prometo que vou começar a falar menos. Sou uma pessoa naturalmente alegre e alinho em todos os planos e mais alguns, desde que mo proponham pelo menos meia hora depois de acordar.

Nunca tive dúvidas sobre que profissão queria exercer até começar efetivamente a trabalhar. No 9º ano, durante as sessões de orientação profissional, apaixonei-me pela tradução e até acabar a licenciatura em Línguas Estrangeiras Aplicadas pela Universidade do Minho em 2008, nunca sequer pensei duas vezes.

Só nesse ano me apercebi que nunca mais me preocupei em pensar em algo que não fosse o meu futuro profissional. Tudo o que tinha vivido como exemplo até esse momento me mostrava que o trabalho define uma pessoa e, embora ninguém o dissesse, a verdade é que a família estava sempre ao mesmo nível de importância do que o trabalho. Bastava observar o estilo de vida de todos os que me rodeavam.

Sem saber como comecei a viver como gente grande e dei por mim a trabalhar como tradutora numa empresa a tempo inteiro e como freelancer durante grande parte do meu tempo livre. Foi aí que me lembrei do quanto gostava de escrever e de como me fazia bem.

Se não devo falar tanto, devo pelo menos compensar e escrever mais. E foi assim que nasceu este blog.

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